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Num campeonato de skate foram inscritos 270 skatistas e cada participante pagou uma taxa de inscrição de R$ 35.
a) Qual foi a quantia arrecadada pela comissão do evento?
b) Para pagar a sua inscrição e a de dois amigos, um participante tem uma cédula de R$ 100. Esse valor é suficiente? Por quê?
a) A quantia arrecadada foi de R$ 9 450.
b) O valor não foi suficiente, porque as três inscrições custam R$ 105.
Ordene as estruturas de acordo com a organização do corpo humano.
Os povos que viviam na Mesopotâmia dividiram o ano em 12 meses de 30 dias cada. Quantos dias tinha o ano para eles? Registre como pensou.
Para os mesopotâmicos, o ano tinha 360 dias. Os alunos poderão resolver essa situação por diferentes estratégias. Incentive-os a utilizar o cálculo mental.
Resposta: 3 x 12 = 36, então 30 x 12 = 360.
a) Meu time perdeu porque o goleiro “é cambito feito de madeira”. (jogador sem habilidade)
b) Romper o rosto. (sair-se mal em alguma situação)
c) Dar impulso ao recipiente com um pontapé. (perder a paciência)
d) Nem que a fêmea do boi solte o ar dos pulmões! (de jeito nenhum!)
e) Alongar as tíbias. (morrer)
f) A fêmea do boi dirigiu-se ao terreno alagado. (a ação fracassou)
a) Ser perna de pau.
b) Quebrar a cara.
c) Chutar o balde.
d) Nem que a vaca tussa!
e) Esticar as canelas.
f) A vaca foi pro brejo.
Observe o mapa político do Brasil.
a) Preencha a tabela a seguir com o nome dos estados, suas siglas e capitais, e também a região a que pertencem.
b) Pinte cada região de uma cor diferente. Lembre-se de não usar o azul, cor utilizada apenas para representar oceanos, mares, rios e lagos.
c) Nomeie e pinte o oceano que banha o Brasil.
a)
b) e c)
Observe o mapa das sub-regiões do Nordeste.
a) Em quais quadrículas está localizada a Zona da Mata?
b) Em quais quadrículas está localizado o Sertão?
c) Em quais quadrículas está localizado o Agreste?
d) Em quais quadrículas está localizado o Meio-Norte?
a) A Zona da Mata está localizada nas quadrículas 4B, 4C, 4D, 3D e 3E.
b) O Sertão está localizado nas quadrículas 3A, 3B, 4B, 4C, 3C, 2C, 1C, 1D, 2D, 3D e 2E.
c) O Agreste está localizado nas quadrículas 4B, 4C, 3C, 3D, 3E e 2E.
d) O Meio-Norte está localizado nas quadrículas 1A, 2A, 1B, 2B, 3B, 1C, 2C e 3C.
O professor dividirá a classe em dois grupos e, depois, fará uma votação para saber a preferência de cada aluno da sua turma sobre as atividades de lazer que estão na tabela a seguir. Preencha de acordo com as respostas dos colegas.
De acordo com o resultado da votação da turma.
O pluviômetro é um instrumento de meteorologia usado para recolher e medir, em milímetros, a quantidade de chuva durante um determinado tempo em um determinado local.
Observe o gráfico que indica a quantidade de chuva (em milimetros) da cidade de São Paulo, no período de 10 a 29 de janeiro.
a) Como se chama esse tipo de gráfico? __________.
b) Crie um título para esse gráfico. __________.
c) Em que dia foi registrada a maior quantidade de chuva? __________.
d) Em quantos dias não choveu? __________.
e) Dos dias que teve chuva, qual foi o de menor quantidade? __________.
a) Chama-se gráfico de colunas.
b) Uma possibilidade de título: “Quantidade de chuva em São Paulo no período de 10 a 29 de janeiro”.
c) A maior quantidade de chuva foi registrada no dia 18 de janeiro.
d) Não choveu em 9 dos 20 dias observados. Se necessário, destaque que nos dias que não choveu não há coluna.
e) A menor quantidade de chuva foi observada no dia 15 de janeiro.
Faça as composições e decomposições a seguir, na base 10.
a) Quantas moedas de 1 real são necessárias para obter 10 reais? Então, 1 + 1 + _______ + _______ + _______ + _______ + _______ + _______ + _______ + _______ + _______ = _______.
b) Quantas cédulas de 10 reais são necessárias para obter 100 reais? _______ Então, _______ x 10 = _______.
c) Quantas moedas de 1 real são necessárias para obter 100 reais? _______
Então, _______ x 1 = _______.
a) São necessárias 10 moedas. Então, 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + 1 = 10.
b) São necessárias 10 cédulas. Então, 10 × 10 = 100.
c) São necessárias 100 moedas. Então, 100 × 1 = 100.
Resolva, em seu caderno, as adições utilizando o algoritmo convencional.
a) 86 + 34 =
b) 72 + 29 =
c) 67 + 76 =
d) 46 + 84 =
e) 502 + 69 =
f) 356 + 247 =
a) 120
b) 101
c) 143
d) 130
e) 571
f) 603
Preencha o esquema sobre a pele, utilizando palavras e expressões que você estudou nestas aulas.
Observe a imagem.
a) O que essa imagem mostra?
b) Qual é a função do suor?
c) Explique o que está ocorrendo em cada uma das etapas enumeradas na imagem.
1. 2. 3. 4.
a) A imagem mostra como o suor é fabricado e eliminado pela pele humana.
b) A função do suor é resfriar o corpo, mantendo a temperatura corporal constante (por volta dos 36,5 ºC).
c) 1. Com o aumento da temperatura, o sistema nervoso envia mensagens para as glândulas sudoríferas produzirem o suor.
2. As glândulas sudoríferas recebem informações por meio dos nervos e secretam o suor.
3. O suor produzido é enviado por ductos até a superfície da pele, saindo pelos poros.
4. Na superfície da pele, o suor evapora, transferindo o calor para a atmosfera e resfriando o corpo.
Por que é preciso manter a pele ferida sempre limpa e protegida?
Com o rompimento da camada superfcial de proteção, a pele fca exposta à entrada de microrganismos. Ao lavar a região e cobri-la com um curativo, é possível evitar uma infecção.
Observe um exemplo retirado do texto:
Ó gente, num brinca assim que eu fico cum nojo, uai!
No exemplo anterior, quais termos são próprios do modo de falar da Maroquinha?
“Ó gente” e “uai”.
O bisavô e a dentadura
Eu ouvi esta história de uma amiga, que disse que isso aconteceu, de verdade, em Montes Claros, Minas Gerais.
Para contar a história, é preciso imaginar uma velha fazenda antiga. Dentro da fazenda, uma vetusta (socorro, que palavrão!) mesa colonial, muito comprida, de jacarandá, naturalmente. Em volta da mesa, uma família mineira. Por cima da mesa, tudo que mineiro tem direito para um bom almoço: tutu, carne de porco, linguiça, feijão tropeiro, torresminho, couve cortada bem fina... e eu nem posso descrever mais, porque já estou com excesso de peso, só de pensar: hum, que delícia!
A família era enorme e comia reunida, em volta da toalha bordada: pai, mãe, avó, avô, filhos, netos, sobrinhos, afilhados, a comadre que ficou viúva, a solteirona que era irmã da avó da Mariquinha... e o bisavô Arquimedes. O bisavô Arquimedes usava dentadura.
Naturalmente, cada integrante tinha à sua frente o seu saboroso prato de tutu, couve, torresmo, feijão tropeiro, carninha de porco, linguiça, etc. e tal. E todos mastigavam e repetiam porque a fartura, ali, em Montes Claros, naquele tempo, era um espanto, de tanta! E cada um, evidentemente, tinha o seu copo. Pois os copos e o bisavô Arquimedes, diariamente, sofriam a seguinte brincadeira:
— Toninho, ocê vai beber deste copo aí, na sua frente? Olha que o bisavô deixou a dentadura dele de molho, bem no seu copo, Toninho, na noite passada!
— Num foi no meu, não: foi no copo da Maroca! O bisavô deixou a dentadura dentro do copo da Maroquinha!
— Ó gente, num brinca assim que eu fico cum nojo, uai!
O velho bisavô Arquimedes ouvia, sorria, mostrando a dentadura.
Quando chegava o doce de leite, o queijinho, a goiabada, e uma tal de sobremesa que tem o nome de “mineiro de botas”, que tem queijo derretido, banana, canela, cravo, sei lá mais que gostosuras, o pessoal comia, comia. E depois de comer tanto doce, a sede vinha forte, e a chateação começava, ou recomeçava, ou não terminava:
— Tia Santinha, não beba do copo da dentadura do bisavô, cuidado! Tenho certeza que a dentadura ficou no seu copo, de molho, a noite inteira!
O bisavô ouvia e ia mastigando, o olhinho malicioso, nem te ligo para a brincadeira, comendo a goiabadinha, o “mineiro de botas”, o doce de leite, o queijinho... e mexendo a dentadura pra lá e pra cá, pois a gengiva era velha e a dentadura já estava sem apoio. Mas o bisavô tinha senso de humor... e falava pouco. O pessoal cochichava que ele era mais surdo do que uma porta. Bestagem, porque se existe coisa que não é surda, é porta: mesmo fechada, deixa passar cada coisa...
Um dia, de repente, o bisavô apareceu sem a dentadura. E como todos perguntaram para ele o que tinha havido, o velho Arquimedes sorriu, um sorriso banguela, dizendo:
— Ocês tavam perturbando demais, todos com nojo dela, resolvi não usar, uai!
Aí, a família ficou sem jeito, jurando que não iria falar mais da dentadura, que tudo fora brincadeira, que todos adoravam o velho Arquimedes, que ele desculpasse.
— Tá desculpado, num tem importância. Eu já tava me aborrecendo com a história, mas tão desculpados. Mas até que tô achando bom ficar banguela: vou comer tutu e sopa... e doce de leite mole, ora!
A família insistiu, pediu perdão, mas o bisavô botou fim à conversa, dizendo:
— Ocês num insistam. Resolvi e tá resolvido. O dia que eu deixar de resolver, boto a dentadura outra vez!
E passaram-se vários dias. Ninguém mais fazia a brincadeira do copo. De vez em quando, o bisavô lembrava:
— Tô sentindo falta...
— Da dentadura, bisavô?
— Não, da traquinagem de ocês... ninguém tá com nojo de beber água do copo, né?
— Ora, o senhor não deve levar a mal, foi molecagem, a gente não faz mais, pode usar a dentadura, bisavô.
Um dia, de repente, o bisavô voltou a usar a dentadura. Todos na mesa se cutucaram e começaram a rir, muito disfarçado, quando bebiam água, pensando... sem dizer, pois haviam prometido.
Depois da sobremesa, boca pedindo água depois de tanto doce caseiro, o velho Arquimedes disse:
— Ocês tão bebendo tanta água, sem nojo...
— Bisavô, era brincadeira!
— Eu também fiz uma brincadeira: durante todo esse tempo que fiquei banguela, minha dentadura ficou de molho, dentro do filtro!
Jogando conversa fora. Sylvia Orthof. São Paulo: FTD, 1986, p. 23-25.
Jacarandá: espécie de árvore que fornece madeira muito resistente para a fabricação de móveis.
Integrante: participante.
Bestagem: bobagem.
Traquinagem: travessura, molecagem.
No parágrafo 12 do texto “O bisavô e a dentadura”, o narrador revela que o bisavô deixou de usar a dentadura.
a) Como os parentes reagiram quando viram o bisavô banguela?
b) E o bisavô, o que disse depois de alguns dias?
c) Um dia, o bisavô voltou a usar a dentadura. Os parentes continuaram a agir como na ocasião em que ele apareceu banguela? Como você entende a atitude deles?
a) Os parentes ficaram sem jeito e pareciam arrependidos das brincadeiras que faziam à custa do bisavô.
b) Ele disse que estava sentindo falta das brincadeiras da família.
c) Não, os parentes voltaram a rir do bisavô. A segunda resposta pode ser, por exemplo: Os parentes estavam de tal maneira acostumados a rir do bisavô que não conseguiam agir de forma diferente.
Você já aprendeu que é possível fazer duas leituras diferentes para alguns registros de hora. Por exemplo:
8h da noite ou 20h.
8h45min ou 15 minutos para as 9h.
Escreva outra leitura possível para estas horas.
a) 5h da tarde ou ____________________.
b) 7h da noite ou ____________________.
c) 16h ou ____________________.
d) 15 minutos para as 8h ou ____________________.
a) 17h
b) 19h
c) 4h da tarde
d) 7h45min
Nos textos anteriores apareceram algumas unidades de medida de tempo:
milênio — século — ano — dia — mês — hora — minuto — segundo
a) Você conhece todas essas unidades? O que significa cada uma delas?
b) Você conhece outras unidades de medida de tempo? Quais?
O objetivo é que os alunos tenham contato com algumas unidades de medida de tempo que já conhecem; assim você tem condições de saber quais ainda são desconhecidas deles.
a) Depois de ouvir os alunos, você pode fazer as intervenções necessárias e escrever uma síntese na lousa. O milênio corresponde a 1 000 anos ou 10 séculos. O século corresponde a 100 anos ou 10 décadas. O dia corresponde a 24 horas. A hora corresponde a 60 minutos. O minuto corresponde a 60 segundos. Aproveite para conversar com eles sobre a existência de unidades menores que o segundo: são os décimos de segundo. Esse tipo de unidade é utilizado principalmente em competições esportivas como o atletismo e a Fórmula 1. Sugira que estalem os dedos; esse tempo corresponde a aproximadamente 1 segundo. Peça-lhes que imaginem o que seria a décima parte desse tempo.
b) Algumas respostas possíveis: mês, bimestre, trimestre, semestre. Aproveite para relacionar com os fechamentos de notas de sua escola: se são mensais, bimestrais ou trimestrais. Relacione os semestres com o início do período de férias ou recesso de julho.
Leia o trecho a seguir:
Palavra
Os poetas classificam as palavras pela alma porque gostam de brincar com elas, e, para brincar com elas, é preciso ter intimidade primeiro. [...] Nada é mais concreto do que as letras c, o, n, c, r, e, t, o, dispostas nessa ordem e ditas dessa forma, assim, e já se disse tudo, pois as palavras agem, sentem e falam por elas próprias. A palavra nuvem chove. A palavra triste chora. A palavra sono dorme.
Pequeno dicionário de palavras ao vento. Adriana Falcão. São Paulo: Planeta do Brasil, 2003. p. 108.
Observe as frases destacadas no trecho e faça como a autora: escreva um verbo que tenha relação com o significado de cada palavra, de modo a completar as frases:
a) A palavra fogo:
b) A palavra pincel:
c) A palavra chuva:
d) A palavra sol:
a) A palavra fogo queima (arde).
b) A palavra pincel pinta (desenha).
c) A palavra chuva molha (chove, inunda).
d) A palavra sol queima (aquece, ilumina).
Reflita sobre o que você já estudou em História: por que a cultura da cana-de-açúcar prosperou no litoral da região Nordeste?
Como a região Nordeste está na zona intertropical e próxima à linha do Equador, tem temperaturas altas. O litoral, onde se desenvolveu o cultivo de cana, é úmido e possui solo fértil.
Eco apaixona-se por Narciso.
Eco apaixonou-se por Narciso.
Releia o texto "Eco e Narciso" e explique por que:
a) Eco passou a repetir os sons.
b) Narciso transformou-se em flor que nasce na beira dos lagos.
a) Eco passou a repetir os sons como castigo imposto pela deusa Juno, porque falava demais, era fofoqueira.
b) Narciso transformou-se em for porque o sofrimento causado pela impossibilidade de conseguir se aproximar da própria imagem refletida nas águas de um lago levou-o à morte.
E você, o que fez nas férias?
Aproveite a discussão para conhecer um pouco mais seus alunos e o que costumam fazer nos momentos de lazer e de férias. Valorize as atividades que realizaram, não emitindo juízos de valor. Mesmo aqueles alunos que alegarem não ter feito nada de interessante, valorize as pequenas coisas que podem ter feito: ficar em casa, ter mais tempo com a família, ler livros, brincar com os amigos, etc.
Resolva as subtrações utilizando estratégias de cálculo mental. Deixe-as registradas no seu caderno.
a) 95 - 78 =
b) 304 - 129 =
c) 250 - 185 =
d) 317 - 56 =
e) 513 - 89 =
f) 294 - 149 =
Os alunos podem usar outras estratégias que não estas apresentadas a seguir. Acompanhe o desenvolvimento da atividade e selecione dois ou três alunos para socializar suas estratégias.
O fato de apresentarmos uma estratégia como solução não significa que ela seja a que os alunos utilizarão. Parta sempre daquelas que eles utilizaram e acrescente outras, se julgar necessário, visando ampliar o repertório de estratégias deles.
a) Explique por que existem diferentes tons de pele.
b) Pode-se afirmar que as pessoas que possuem pele com maior concentração de melanina têm maior proteção que as pessoas mais claras, quanto à exposição aos raios ultravioleta (UV) emitidos pelo sol? Por quê?
a) Existem diferentes tons de pele porque a quantidade de melanina produzida varia entre as pessoas.
b) As pessoas que possuem pele com maior concentração de melanina estão mais protegidas em relação às pessoas com tons de pele mais claros quanto à exposição aos raios ultravioleta, pois a melanina funciona como um protetor solar natural.
Por que sentimos sede quando está muito calor ou após praticarmos atividades físicas?
Em consequência do calor ou da prática de exercícios físicos, a pele produz e libera grande quantidade de suor. A sensação de sede se deve à necessidade de reposição de líquidos, que foram, em parte, perdidos pelo organismo na transpiração.
Como presente de aniversário, Júlia ganhou R$ 350,00 em cédulas de 100 e 10 reais. Decomponha esse valor nas escritas indicadas:
Escrita aditiva: ________
Escrita multiplicativa e aditiva: 350 = ________ x 100 + ________ x 10
Escrita aditiva: 350 = 300 + 50
Escrita multiplicativa e aditiva: 350 = 3 × 100 + 5 × 10
Vamos fazer uma experiência para comprovar a existência de microrganismos na pele humana? Siga as orientações do professor.
O que você observou?
Por que isso ocorreu?
A região entre os dedos é um ambiente favorável ao desenvolvimento de fungos e bactérias, em decorrência da umidade provocada por intensa produção de suor nessa região do corpo. As condições do pote com mingau são semelhantes às dos pés, uma vez que apresentam umidade e fonte de alimento.
As tatuagens são realizadas com injeções de pigmentos corantes. Porém, se as células da pele se renovam, por que as tatuagens não saem com o tempo?
Os pigmentos corantes da tatuagem são inoculados na derme, região da pele que não se renova. A renovação das células se dá na epiderme.
O bisavô e a dentadura
Eu ouvi esta história de uma amiga, que disse que isso aconteceu, de verdade, em Montes Claros, Minas Gerais.
Para contar a história, é preciso imaginar uma velha fazenda antiga. Dentro da fazenda, uma vetusta (socorro, que palavrão!) mesa colonial, muito comprida, de jacarandá, naturalmente. Em volta da mesa, uma família mineira. Por cima da mesa, tudo que mineiro tem direito para um bom almoço: tutu, carne de porco, linguiça, feijão tropeiro, torresminho, couve cortada bem fina... e eu nem posso descrever mais, porque já estou com excesso de peso, só de pensar: hum, que delícia!
A família era enorme e comia reunida, em volta da toalha bordada: pai, mãe, avó, avô, filhos, netos, sobrinhos, afilhados, a comadre que ficou viúva, a solteirona que era irmã da avó da Mariquinha... e o bisavô Arquimedes. O bisavô Arquimedes usava dentadura.
Naturalmente, cada integrante tinha à sua frente o seu saboroso prato de tutu, couve, torresmo, feijão tropeiro, carninha de porco, linguiça, etc. e tal. E todos mastigavam e repetiam porque a fartura, ali, em Montes Claros, naquele tempo, era um espanto, de tanta! E cada um, evidentemente, tinha o seu copo. Pois os copos e o bisavô Arquimedes, diariamente, sofriam a seguinte brincadeira:
— Toninho, ocê vai beber deste copo aí, na sua frente? Olha que o bisavô deixou a dentadura dele de molho, bem no seu copo, Toninho, na noite passada!
— Num foi no meu, não: foi no copo da Maroca! O bisavô deixou a dentadura dentro do copo da Maroquinha!
— Ó gente, num brinca assim que eu fico cum nojo, uai!
O velho bisavô Arquimedes ouvia, sorria, mostrando a dentadura.
Quando chegava o doce de leite, o queijinho, a goiabada, e uma tal de sobremesa que tem o nome de “mineiro de botas”, que tem queijo derretido, banana, canela, cravo, sei lá mais que gostosuras, o pessoal comia, comia. E depois de comer tanto doce, a sede vinha forte, e a chateação começava, ou recomeçava, ou não terminava:
— Tia Santinha, não beba do copo da dentadura do bisavô, cuidado! Tenho certeza que a dentadura ficou no seu copo, de molho, a noite inteira!
O bisavô ouvia e ia mastigando, o olhinho malicioso, nem te ligo para a brincadeira, comendo a goiabadinha, o “mineiro de botas”, o doce de leite, o queijinho... e mexendo a dentadura pra lá e pra cá, pois a gengiva era velha e a dentadura já estava sem apoio. Mas o bisavô tinha senso de humor... e falava pouco. O pessoal cochichava que ele era mais surdo do que uma porta. Bestagem, porque se existe coisa que não é surda, é porta: mesmo fechada, deixa passar cada coisa...
Um dia, de repente, o bisavô apareceu sem a dentadura. E como todos perguntaram para ele o que tinha havido, o velho Arquimedes sorriu, um sorriso banguela, dizendo:
— Ocês tavam perturbando demais, todos com nojo dela, resolvi não usar, uai!
Aí, a família ficou sem jeito, jurando que não iria falar mais da dentadura, que tudo fora brincadeira, que todos adoravam o velho Arquimedes, que ele desculpasse.
— Tá desculpado, num tem importância. Eu já tava me aborrecendo com a história, mas tão desculpados. Mas até que tô achando bom ficar banguela: vou comer tutu e sopa... e doce de leite mole, ora!
A família insistiu, pediu perdão, mas o bisavô botou fim à conversa, dizendo:
— Ocês num insistam. Resolvi e tá resolvido. O dia que eu deixar de resolver, boto a dentadura outra vez!
E passaram-se vários dias. Ninguém mais fazia a brincadeira do copo. De vez em quando, o bisavô lembrava:
— Tô sentindo falta...
— Da dentadura, bisavô?
— Não, da traquinagem de ocês... ninguém tá com nojo de beber água do copo, né?
— Ora, o senhor não deve levar a mal, foi molecagem, a gente não faz mais, pode usar a dentadura, bisavô.
Um dia, de repente, o bisavô voltou a usar a dentadura. Todos na mesa se cutucaram e começaram a rir, muito disfarçado, quando bebiam água, pensando... sem dizer, pois haviam prometido.
Depois da sobremesa, boca pedindo água depois de tanto doce caseiro, o velho Arquimedes disse:
— Ocês tão bebendo tanta água, sem nojo...
— Bisavô, era brincadeira!
— Eu também fiz uma brincadeira: durante todo esse tempo que fiquei banguela, minha dentadura ficou de molho, dentro do filtro!
Jogando conversa fora. Sylvia Orthof. São Paulo: FTD, 1986, p. 23-25.
Jacarandá: espécie de árvore que fornece madeira muito resistente para a fabricação de móveis.
Integrante: participante.
Bestagem: bobagem.
Traquinagem: travessura, molecagem.
Encontre no texto “O bisavô e a dentadura” uma passagem que exemplifique a linguagem coloquial. Copie essa passagem e grife os termos que comprovam esse jeito de falar.
Resposta possível: “Tá desculpado, num tem importância. Eu já tava me aborrecendo com a história, mas tão desculpados. Mas até que tô achando bom ficar banguela: vou comer tutu e sopa... e doce de leite mole, ora!”
Escreva cinco palavras que tenham a letra inicial com o mesmo som das letras destacadas nos itens a seguir.
1. poço:
2. carro:
3. bisavô:
1. saúde, cego, segundo, sorte, cidade.
2. rima, roda, rua, riso, rato.
3. Zezé, zangar, zelador, zebra, zoar.
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